Solenidade registra mais um avanço na modernização, celeridade e eficiência da prestação jurisdicional pelo Judiciário acreano

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) realizou nesta quinta-feira, 16, a solenidade de encerramento da fase de implantação do sistema eproc, com a instalação da ferramenta nas varas de competência criminal. A celebração da transformação digital ocorreu no plenário do TJAC, sendo prestigiada por todo o sistema de Justiça.

A abertura do evento foi conduzida pela coordenadora-geral de Implantação do eproc, juíza Louise Santana. A magistrada apresentou a linha do tempo da implantação para ilustrar a importância do ciclo de modernização instituído no Judiciário acreano. “Hoje é um dia para comemorar! Não celebramos apenas o encerramento de uma etapa, que é a entrega do sistema eproc em todas as varas e comarcas de primeiro grau da capital e do interior do estado, celebramos também a capacidade da instituição de se reinventar, de evoluir, de construir coletivamente novos caminhos”, comemorou.

A partir de hoje, o eproc chega às varas criminais; com isso, todas as competências de primeiro grau estão oficialmente instaladas, configuradas e em funcionamento.

Para marcar essa trajetória, um vídeo institucional produzido pela Secretaria de Comunicação do TJAC registrou o esforço institucional. Entre os destaques, estão as convocações do concurso público para a área de Tecnologia da Informação, bem como a atuação dos profissionais envolvidos no projeto nas funções de gestão, apoio estratégico, negocial, desenvolvimento e infraestrutura.

Em seguida, o juiz Manoel Pedroga, titular da Vara Única de Bujari, discursou em nome de toda a magistratura acreana. “Saímos do processo virtual, que era essencialmente um processo físico digitalizado, para um processo verdadeiramente eletrônico. Esse novo ambiente exige que trabalhemos com a lógica dos eventos, dos localizadores e dos metadados, que alimentam as estatísticas da Corregedoria e do CNJ. A diferença do eproc não é apenas técnica, é cultural”, discursou Pedroga.

Produtividade

O corregedor-geral da Justiça, desembargador Nonato Maia, parabenizou o engajamento e compartilhou reflexões sobre a gestão estratégica. “Certamente, o eproc traz a possibilidade de termos uma tramitação muito mais célere, bem como a otimização do nosso tempo, por meio das funcionalidades que aperfeiçoam o fluxo de trabalho. Hoje, o juiz que tem a preocupação de gerenciar sua unidade, com os dados disponíveis no sistema, faz isso de forma muito mais eficiente, com ferramentas que trazem um retrato fiel e atual da unidade, o que permite atacar os pontos que precisam de uma maior atenção. Ferramentas que não tínhamos anteriormente. Então, essas mudanças trazidas pelas novas tecnologias trazem rapidez, segurança e a melhoria da prestação jurisdicional”, concluindo.

Em seu pronunciamento, o presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, além de agradecer aos servidores, agradeceu aos órgãos que foram parceiros na fase de implantação, apontando que a colaboração foi o diferencial para o sucesso alcançado. “Todos vocês são os protagonistas desse momento histórico que estamos vivendo, que é a conclusão da implantação do eproc. Esse é um sonho que, há três anos, projetamos que seria finalizado apenas em dezembro de 2026. Nem imaginávamos que conseguiríamos antecipar. Mas com o entusiasmo das equipes isso foi possível”, disse.